1966 – Com a criação do Clube Alpino Paulista (CAP) em meados da década de 60, o Brasil solicitou ao Conselho Nacional de Deportos (CND) a permissão para a participação do país no Campeonato Mundial de Ski Alpino, realizado em Portillo (Chile), assim como sua representação oficial junto à FIS (Federação Internacional de Ski).
1967 – O Clube Alpino Paulista foi aceito pelo Conselho da FIS como “Temporary Member”, até que surgisse uma Associação Nacional Brasileira, sendo ratificado como membro desta no XXVI Congresso Internacional de Ski em Beirut, Líbano, em maio de 1967.
1989 – O Clube Alpino Paulista, o Clube de Ski de São Paulo e o Clube Paranaense de Ski juntaram-se e formaram a ABS (Associação Brasileira de Ski), obtendo assim a aprovação de seus estatutos pelo Conselho Nacional de Desportos (CND).
1990 – A ABS obteve sua filiação junto ao COB e à FIS efetivada em janeiro de 1990, passando, assim, a dirigir e regulamentar o Ski Alpino no Brasil.
1994 – Foi realizado no Rio de Janeiro o 39º Congresso Internacional de Ski, no qual o Snowboard foi aprovado pela FIS (Federação Internacional de Ski) como disciplina oficial. Desta forma, a ABS passou também a representar o Snowboard junto aquele órgão.
1999 – A ABS passou a se chamar ABSS (Associação Brasileira de Ski e Snowboard), evidenciando em seu nome a importância do Snowboard.
2001 – Iniciou-se a organização de mais uma modalidade de neve: o Cross Country brasileiro começou a desenvolver-se com as primeiras participações do país em provas internacionais, tendo já representação olímpica nos Jogos Olímpicos de Inverno de Salt Lake City (EUA) em 2002.
2003 – Em dezembro de 2003, atendendo a determinação do COB (Comitê Olímpico Brasileiro), a ABSS passou a se chamar CBDN (Confederação Brasileira de Desportos na Neve), com responsabilidade por todos os esportes de neve.
2004 – Iniciou-se o desenvolvimento do Biathlon de Inverno no país. Nesse mesmo ano, a CBDN foi oficialmente reconhecida pela IBU (International Biathlon Union) como sua afiliada.
2010 – Após um mapeamento dos atuais cenários das modalidades de neve, a CBDN vislumbrou uma oportunidade no desenvolvimento do Ski Cross, devido não apenas a sua recente regulamentação como disciplina do Ski Freestyle na FIS (Federação Internacional de Ski) e a sua inclusão no programa olímpico, como também ao seu potencial de atração de novos talentos. Estrategicamente, nesse mesmo ano, o Brasil foi responsável pela organização da Copa Sulamericana de Ski Cross e do Campeonato Brasileiro, sendo essas as primeiras provas da disciplina realizadas na América Latina.
Participações Brasileiras em Jogos Olímpicos e Campeonatos Mundiais

Campeonatos Mundiais
Jogos Olímpicos da Juventude









